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Paranóias e dilemas, todo jovem e pós-adolescente tem aos montes. Todavia com sarcasmo, a carioca Natália Klein, de vinte e sete anos, conseguiu transformar as próprias em prosa, comédia e série de tv. A protagonista da série “Adorável Psicose”, exibida às quintas-feiras pelo canal Multishow, é também a redatora do programa e autora do website homônimo que o originou. O trabalho de Natália é um destino não muito óbvio a quem começou a carreira como repórter de um jornal televisivo de Natal (RN) e fazendo videos institucionais “bem chatos”, como Natália define, sobre isto saídas de incêndio. Mas é o que ela a toda a hora quis fazer da existência. “Desde guria gostava de digitar e atuar, apesar de não assimilar que isso poderia ser uma carreira”, conta. Ao iG, Natália Klein fala a respeito da geração psicótica da qual faz parcela e os planos pra série, que incluem um casamento e um longa-metragem. G: Antes de “Adorável Psicose” você foi redatora de “Zorra Total”. Como tudo isso aconteceu?


Natália Klein: Depois de estagiar como repórter por quase um ano na afiliada de Natal da Rede Record, senti inexistência de fazer algumas coisas que gostava. Eu curtia fazer pautas mais livres, quase um miniprograminha da Natália, e vi que aquela não era minha vocação. Dessa forma fui estudar Rádio e Televisão no Rio de Janeiro. Comecei a trabalhar numa produtora e peguei roteiros de videos instituicionais, aqueles bem chatos.


Deste jeito quis regressar a digitar e abri o blog, depois de uma discussão no MSN com um cara. E na mesma data fui estagiar pela redação do “Zorra Total”. G: O “Zorra Total” tem um humor contrário de “Adorável Psicose”. Natália Klein: Tem, porém foi ótimo pelo motivo de me deu a chance de ser uma melhor roteirista pra “Adorável Psicose”.


Uma vez recebi o DVD da série, estava com defeito e joguei fora. O porteiro foi separar o lixo, pegou e adorou. Pois apesar de ser uma história que se relaciona com a minha existência, por eu ter aprendido a fazer humor popular o mundo inteiro sabe. Nesta ocasião, toda vez que chega DVD da série lá em casa eu dou pro porteiro, pra ele opinar. G: A despeito de a protagonista principal de “Adorável Psicose” seja uma menina, o publico não é composto só por mulheres. Natália Klein: O público feminino foi o inicial da série, contudo recebo e-mails de caras que foram anunciados ao programa pela namorada e os 2 vêem juntos. O público é muito mais diversificado do que eu aguardava.


G: Você assim como conquistou alguns odiadores, não é? Natália Klein: Esses trolls de nesta ocasião, do Twitter, vieram porque eu sou a jurada escrota do Prêmio Multishow de Humor. Agora ganhei outras pessoas que não me conheciam e me odeiam. A internet cria esse espaço em que qualquer um fala qualquer coisa e poderá ser visto e lido. E é muito simples chamar atenção sendo negativo.


É muito descontente. É uma horda de gente desesperada pra ser visão. Quando você fornece oportunidade para tratar, elas querem dizer qualquer coisa. Essas pessoas são da nossa criação desesperada por ter tua voz ouvida. Em razão de têm todas essas perspectivas pra se expressar. G: Saber que tanta gente conhece o seu website e a série, que também remete à tua vida pessoal, faz você se constatar exposta? Natália Klein: Eu me sinto bem mais exposta no site do que pela série.


No começo a personagem era eu, no entanto neste momento há um distanciamento cada vez maior, e ela tem as próprias histórias. No website sou eu. Claro que ele passa por um filtro de ficção, mas é muito legítimo. G: Você agora se arrependeu de abrir sua vida desta maneira? Natália Klein: Nunca quis voltar atrás depois de anunciar qualquer coisa, mas tem um ou outro texto que publiquei com um frio pela barriga. Mesmo sendo assim, a maioria do público que frequenta o site está lá desde o início, desse jeito me sinto muito confortável.

  1. Encontrar um nicho atraente para fazer um site
  2. Use o máximo de luz natural
  3. Perigo para roteadores
  4. Use muitos marcadores

E foi essa apresentação que tornou o “Adorável Psicose” querido. Quando você expõe suas fragilidades as pessoas se identificam com você. Toda humanidade é sensível, tem as mesmas ilusões e tristezas, e as pessoas sentem-se menos sozinhas contigo. Me apresentar me coloca em um recinto adorável. E se eu mostrasse minha existência perfeita ninguém estaria interessado em saber.


G: A Natália da série é cheia de dilemas e crises. Você localiza que isso vem só de você ou percebe que ela retrata todos os adolescentes? Natália Klein: Quando eu comecei a fazer o web site não percebia, entretanto com a série cada vez mais eu vejo que minhas perguntas são de toda uma criação. Temos uma inconsistência imenso e não só nos relacionamentos, contudo pela vida. As milhões de possibilidades que a nossa formação tem, e que nossos pais e avós não tiveram, geram aflição e quase um desespero. Você tem questões pelo motivo de muitos caminhos estão disponíveis para ti, sendo assim você nunca está certo de que seguiu a rota certo, se aquela é a pessoa certa para você, e está a todo o momento insatisfeito pensando nas novas promessas.


Com nossos avós não existia este sentimento de insatisfação permanente. E nós estamos fadados a continuar para sempre insatisfeitos se não tentarmos contornar isto de alguma mandeira. G: E por que a comédia? Natália Klein: Não sou nem um pouco otimista, sou completamente apocalíptica. “Adorável Psicose” não é bem humorado, ele mostra com senso de humor as ocorrências do dia-a-dia. Sarcasmo está referente ao mau humor.

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